quarta-feira, 10 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
OOOOOhhhhh Mãaaaaaeee!!! O meu bebé nasceu...
Ao longo de nove meses, dei por mim muitas vezes a refletir, sobre a ajuda das nossas mães/familiares nos primeiros dias de vida com os nossos bebés. A verdade, é que nunca encarei esse ponto de vista de maneira muito positiva.
Atenção, não quero ser mal interpretada, aceito outros pontos de vista que não o meu, são apenas pontos de vista.
Na minha opinião e durante a minha gravidez, como já referi anteriormente, sempre me questionei se faria sentido usufruir da ajuda da minha mãe. Na minha cabeça não fazia qualquer sentido. Isto porque segundo o meu ponto de vista, é uma fase pela qual a nossa vida, sofre grandes alterações a todos os níveis, quer a nível emocional, conjugal, social entre outros.
Considero que nesta fase, faz sentido sim, haver muito apoio por parte do pai do bebé e quando digo muito apoio é muito apoio mesmo, que é o nosso companheiro desta aventura. É com ele que todas as transformações surgem desde a gravidez até à chegada do bebé, e é com eles que nos vamos ter que adaptar, é com eles que vamos ultrapassar medos, inseguranças, não com as nossas mães ou qualquer outro familiar que esteja por perto.Deixemos apenas a parte boa para os avós, pois é isso que lhes devemos enquanto filhos.
Após o nascimento da Mia e o nosso regresso a casa, foi para mim um recomeço, agora a três, insegura, feliz e angustiada, com o mundo nas mãos, mas esses sentimentos todos, foram vividos na intimidade enquanto casal (NÓS) e querem saber, não me arrependo, foi tão intimo, tão lindo, tão bom, um momento tão nosso que não partilharia com ninguém, é NOSSO.
Correu bem sim, correu muito bem... Também não seria possível correr tão bem se não fosse a preciosa ajuda do meu marido... esteve lá sempre, nas inseguranças, nas angustias,nas lágrimas, nos sorrisos,
nas noites mal dormidas, nos primeiros momentos a três, enfim sempre que foi necessário ... Porque este era o NOSSO momento, era o início de uma vida nova.
Os avós são parte integrante na vida dos netos sem dúvida, mas existem momentos que são apenas nossos e o inicio de vida a três é um deles.
Acredito que muitas de vocês, que estão prestes a viver este momento se questionem, é normal. O conselho que dou é que ouçam o vosso coração, lá encontraram a resposta, não é melhor nem pior é a vossa decisão.
LP
Atenção, não quero ser mal interpretada, aceito outros pontos de vista que não o meu, são apenas pontos de vista.
Na minha opinião e durante a minha gravidez, como já referi anteriormente, sempre me questionei se faria sentido usufruir da ajuda da minha mãe. Na minha cabeça não fazia qualquer sentido. Isto porque segundo o meu ponto de vista, é uma fase pela qual a nossa vida, sofre grandes alterações a todos os níveis, quer a nível emocional, conjugal, social entre outros.
Considero que nesta fase, faz sentido sim, haver muito apoio por parte do pai do bebé e quando digo muito apoio é muito apoio mesmo, que é o nosso companheiro desta aventura. É com ele que todas as transformações surgem desde a gravidez até à chegada do bebé, e é com eles que nos vamos ter que adaptar, é com eles que vamos ultrapassar medos, inseguranças, não com as nossas mães ou qualquer outro familiar que esteja por perto.Deixemos apenas a parte boa para os avós, pois é isso que lhes devemos enquanto filhos.
Após o nascimento da Mia e o nosso regresso a casa, foi para mim um recomeço, agora a três, insegura, feliz e angustiada, com o mundo nas mãos, mas esses sentimentos todos, foram vividos na intimidade enquanto casal (NÓS) e querem saber, não me arrependo, foi tão intimo, tão lindo, tão bom, um momento tão nosso que não partilharia com ninguém, é NOSSO.
Correu bem sim, correu muito bem... Também não seria possível correr tão bem se não fosse a preciosa ajuda do meu marido... esteve lá sempre, nas inseguranças, nas angustias,nas lágrimas, nos sorrisos,
Os avós são parte integrante na vida dos netos sem dúvida, mas existem momentos que são apenas nossos e o inicio de vida a três é um deles.
Acredito que muitas de vocês, que estão prestes a viver este momento se questionem, é normal. O conselho que dou é que ouçam o vosso coração, lá encontraram a resposta, não é melhor nem pior é a vossa decisão.
LP
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